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Ingredientes alergênicos devem estar nos rótulos

Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apontam que, no Brasil, 6% a 8% das crianças com idades entre 6 e 8 anos possuem algum tipo de alergia, entre elas a alergia alimentar. E isso é uma preocupação constante, de modo especial para as mamães e papais que não se cansam de pesquisar, perguntar e investigar os ingredientes contidos em cada alimento.

Diante disso, a Anvisa determinou que, a partir do último domingo (3), os rótulos dos alimentos saiam da fábrica com informações sobre ingredientes alergênicos. Ao todo, 17 itens devem ser listados, como trigo, leite, crustáceos e nozes.

A decisão, que teve origem em 2015, foi aprovada em junho do ano passado, mas somente agora entrou em vigor. O regulamento abrange tanto alimentos quanto bebidas, ingredientes e aditivos.
A Anvisa determinou, ainda, a forma de dispor as informações. Os detalhes sobre produtos que podem causar alergia alimentar devem ser exibidos logo abaixo da lista de ingredientes. Além disso, as palavras têm de estar em caixa alta (letra maiúscula), negrito e com cor diferente do rótulo. A letra não pode ser menor do que a da lista dos ingredientes.

Embora as empresas tenham contado com o prazo de um ano para se readequarem, os produtos fabricados até o último sábado, dia 2 de julho, poderão ser comercializados até o fim do prazo de validade.


Lugar de criança é na cozinha

Além de preparar comidinhas deliciosas, na cozinha você pode ensinar muitas coisas aos seus filhos. Noções de higiene, organização, e até uma pouco de matemática. Se o seu filho é do tipo que dá trabalho à mesa, ajudar no preparo dos alimentos pode ser a solução.
As crianças que ajudam na cozinha costumam experimentar o prato que prepararam. Um conselho: fuja do óbvio, não faça só pratos doces, aposte também em saladas nutritivas. Assim, seu filho vai aprender a gostar de alimentos mais saudáveis. Uma suculenta salada de frutas, por exemplo, é uma receita fácil e saudável. Escolha as frutas que seu pimpolho mais gosta. Vamos testar?
Ingredientes: 

Frutas à vontade, guaraná e suco de laranja.


Como fazer:

Lave bem as frutas, corte em quadrados, depois acrescente o guaraná e o suco a gosto. 

Alguns segredinhos! Maçã e pera ficam escuras depois de cortadas, a dica é pingar um pouco de limão nelas, pois isso permite com que elas fiquem clarinhas por mais tempo. 
Para a salada de frutas ficar ainda mais especial, o ideal é cortar as frutas mais ou menos do mesmo tamanho, para que todos os sabores fiquem equilibrados. Isso evita que você coma um pedação de maçã junto com um pedacinho de banana. 

Evite usar muita quantidade de uma fruta e pouca quantidade de outra. Quanto mais equilibrada for a quantidade dos ingredientes, mais gostoso fica o resultado
. 

Que tipo de comida devo oferecer para o meu filho?


Alimentação é sempre algo muito preocupante, especialmente quando se trata de crianças. Com certeza você já deve ter se perguntado: o que devo oferecer para o meu filho? Será que esse alimento tem os nutrientes que ele necessita? Para ajudar a minimizar essas dúvidas, confira as dicas abaixo!

1. Carboidratos 

Os carboidratos são os responsáveis por dar energia ao organismo, e precisam ser oferecidos à criança em todas as refeições, e às vezes no lanche. Alguns exemplos: macarrão, arroz, batata, mandioca, cereais matinais e todos os alimentos feitos com farinha, como pães, bolos e bolachas. 

2. Frutas, verduras e legumes 
Pode ser que demore um pouco para a criança se acostumar às verduras. Tente oferecê-las em todas as refeições para que seu filho perceba que elas fazem parte do cotidiano alimentar da família. As frutas já são bem mais aceitas: ofereça-as também em pedacinhos para que seu filho coma sozinho. Elas são ótimos ingredientes para sobremesas e para bolos caseiros, que podem ser servidos de lanche. 

3. Alimentos ricos em ferro e proteína 
São eles: carne, frango, peixe, ovos e leguminosas (como feijão, grão-de-bico, ervilha e lentilha). Devem ser oferecidos em uma ou duas refeições por dia. Corte a carne bem pequenininha se seu filho tem dificuldade de mastigar. Prefira cortes com menos gordura. O fígado é uma das maiores fontes de ferro. 

No caso de alimentos industrializados, tais como hambúrgueres, almôndegas ou frango empanado, verifique na embalagem não só a quantidade de gordura mas também a de sódio. Sódio demais é prejudicial, e esse tipo de alimento costuma exagerar na dose. 

Famílias vegetarianas devem reforçar o consumo de grãos, ovos e castanhas, consumindo-os em duas ou três refeições por dia, para obter a quantidade necessária de ferro. Se há alguém alérgico na sua família, é aconselhável esperar até a criança ter 2 ou 3 anos para dar castanhas (amêndoas, nozes, amendoim etc.). 

O ferro é mais bem absorvido quando consumido junto com a vitamina C. Por isso, um bifinho de fígado com suco de laranja é uma grande pedida. 

4. Leite, queijo e iogurte 
Ofereça leite e derivados ao seu filho mais ou menos três vezes ao dia. Os derivados de leite garantem o cálcio necessário para o crescimento dos ossos, mas têm pouquíssimo ferro. Entre 1 e 3 anos, as crianças precisam de menos leite do que antes do primeiro aniversário. 

O total do dia pode ser de cerca de 350 ml. Por isso, não dê mamadeiras cheias. Faça um esforço para dar menos quantidade -- a transição para o copo facilita. O problema de tomar muito leite é que não vai sobrar muito apetite para os outros alimentos, principalmente os ricos em ferro. 

Se você estiver amamentando, continue. Caso já tenha desmamado seu filho, a partir de 1 ano não será mais necessário usar fórmulas especiais -- você pode dar o leite comum, do supermercado. 

A orientação dos especialistas é que crianças tomem leite integral (tipo A) até os 2 anos de idade. Depois disso, é possível passar para o tipo semidesnatado ou leite tipo B, desde que ela esteja se alimentando e se desenvolvendo bem. Nunca dê leite desnatado, light ou tipo C para seu filho, até ele ter pelo menos 5 anos, exceto sob orientação expressa do pediatra. 

Existem fórmulas em pó que contêm leite integral e são fortificadas com ferro e vitamina. Você pode optar, junto com o pediatra, em dar uma dessas fórmulas, se seu filho não se alimentar muito bem. Nessa idade, não é incomum que crianças acabem ficando com um pouco de anemia por deficiência de ferro.



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