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Purêzinho delicioso!!

Alimentação é sempre uma preocupação constante na vida das mamães e dos papais, principalmente quando as crianças não são "boas de boca" e resolvem comer apenas o que querem, na hora que querem... sem falar que na maioria das vezes elas só comem alimentos que não são saudáveis.

Pensando em alimento saudável e que pode ser inserido no almoço dos pequenos, vai uma dica: purê de batatas. Quer aprender a fazer?

Ingredientes:

4 batatas;
2 colheres de sopa de margarina;
1 xícara de leite.

Modo de preparo:

Lave as batatas e coloque-as com casca em uma panela de pressão. Deixe cozinhar, após pegar a pressão, por cerca de 15 minutos. Coloque-as em um escorredor e retire as cascas com cuidado. Em seguida, amasse as batatas.

Em uma panela, coloque as duas colheres de margarina e acenda o fogo. Jogue as batatas amassadas, misturando-as com a margarina. Aos poucos acrescente o leite. Nesse momento tenha cuidado pra não colocar muito leite e deixar o purê muito mole.

Fica uma delícia!!


Ingredientes alergênicos devem estar nos rótulos

Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apontam que, no Brasil, 6% a 8% das crianças com idades entre 6 e 8 anos possuem algum tipo de alergia, entre elas a alergia alimentar. E isso é uma preocupação constante, de modo especial para as mamães e papais que não se cansam de pesquisar, perguntar e investigar os ingredientes contidos em cada alimento.

Diante disso, a Anvisa determinou que, a partir do último domingo (3), os rótulos dos alimentos saiam da fábrica com informações sobre ingredientes alergênicos. Ao todo, 17 itens devem ser listados, como trigo, leite, crustáceos e nozes.

A decisão, que teve origem em 2015, foi aprovada em junho do ano passado, mas somente agora entrou em vigor. O regulamento abrange tanto alimentos quanto bebidas, ingredientes e aditivos.
A Anvisa determinou, ainda, a forma de dispor as informações. Os detalhes sobre produtos que podem causar alergia alimentar devem ser exibidos logo abaixo da lista de ingredientes. Além disso, as palavras têm de estar em caixa alta (letra maiúscula), negrito e com cor diferente do rótulo. A letra não pode ser menor do que a da lista dos ingredientes.

Embora as empresas tenham contado com o prazo de um ano para se readequarem, os produtos fabricados até o último sábado, dia 2 de julho, poderão ser comercializados até o fim do prazo de validade.


Hoje tem cachorro quente



Cachorro quente é um lanche rápido, mas com sucesso garantido entre as crianças. Embora, à simples vista pareça somente uma combinação entre salsicha e pão de cachorro quente, na verdade a receita já adquiriu diversas versões quanto ao seu preparo. Existem diferentes formas, de acordo com cada país, para elaborar um delicioso hot dog. A gente apresenta uma receita tradicional, ideal para as crianças. Corre para a cozinha e leva a criançada!
Ingredientes
Salsichas 
Pães para cachorro quente 
Tomates sem pele 
Ketchup
Mostarda 
Folhas de alface 
Sal
Como fazer
1. Numa frigideira, dispor os tomates sem pele e um pouquinho de água e remover até que os tomates se dissolvam e colocar uma pitada de sal. Quando começar a ferver, apagar o fogo e acrescentar as salsichas (recomenda-se aferventá-las antes). Reservar. 
2. Lavar as folhas de alface e colocá-las para secar num papel de cozinha. Reservar. 
3. Cortar os pães pela metade. Dispor uma folha de alface e sobre ela a salsicha. 
4. Em seguida, colocar o molho de tomate com as salsichas e acrescentar ketchup e/ou mostarda à gosto. 
Bom apetite!

Entrevista: nutripediatra fala sobre a inserção de alimentos nos primeiros meses de vida


Para crescerem fortes e saudáveis as crianças precisam se alimentar bem, não é? E a alimentação é uma preocupação na vida das mamães, especialmente daquelas que ainda não têm certeza sobre qual é o momento ideal para inserir novos alimentos na dieta das crianças.

Pensando nisso, e diante de um pedido de uma mamãe que nos acompanha – Carol Nogueira -, o Meu Catavento Colorido entrevistou a nutripediatra Micheane Alves. Confira!

Meu Catavento Colorido - Qual é o momento ideal para inserir outros tipos de alimentos, como leite artificial, na alimentação das crianças?

Micheane Alves - A OMS [Organização Mundial de Saúde] preconiza que o aleitamento materno exclusivo deve ser até os seis meses e complementado até os dois anos ou mais. No caso do Leite Artificial [LA], vai depender do caso de cada criança. É preciso avaliar com o pediatra e nutricionista para indicação das fórmulas.

Meu Catavento Colorido - Quais podem ser os benefícios da inserção de alimentos antes dos seis meses de vida?

Micheane Alves - Antes dos seis meses não deve ser introduzido nenhum tipo de alimento, somente o Aleitamento Materno Exclusivo [AME]. A introdução precoce pode acarretar alguns probleminhas. Antes dos seis meses, o sistema digestório do bebê ainda é imaturo e não tem capacidade suficiente para digerir algumas proteínas, podendo causar alguma sensibilidade/alergia a algumas proteínas. Mesmo os bebês em aleitamento materno exclusivo ou em aleitamento artificial ou misto, o ideal é que inicie a alimentação complementar aos seis meses.

Micheane Alves é nutripediatra - Foto: arquivo pessoal
Meu Catavento Colorido - De que forma os alimentos introduzidos nos primeiros meses de vida podem interferir no crescimento das crianças?

Micheane Alves - Esse período de Introdução Alimentar é super importante, pois é a fase que o bebê vai conhecer novos alimentos e que vai determinar seu estado nutricional lá na frente. Uma boa introdução alimentar com os alimentos adequados pode interferir positivamente no crescimento e desenvolvimento das crianças. Procure sempre um profissional especializado para te orientar da melhor forma possível.

Meu Catavento Colorido - Até o primeiro aninho, quais são os alimentos que devem e podem ser consumidos pelos bebês, além do leite materno?

Micheane Alves - O mais natural possível, frutas, legumes, verduras, cereais, grãos e proteínas! O que deve ser evitado: industrializados, alimentos rico em açúcares e sódio, embutidos, leite de vaca, mel, doces, refrigerante, café... A alimentação saudável começa desde cedo, desde a fase da alimentação complementar e que irá durar para a vida inteira, por isso, quanto mais natural e da terra, melhor!


Vamos tomar um suco de melancia?


Com o calor que está fazendo em Salvador, nada como tomar um suco. E se esse suco for de melancia? Hummmm... essa fruta é tão, mas tão docinha que eu duvido que as crianças vão recusar.

Para isso você vai precisar de:
4 xícaras de polpa de melancia (sem sementes)
1 xícara de água (a melancia já possui água, por isso essa quantidade é suficiente)
Gelo

Modo de preparo:
Agora é super simples: basta bater no liquidificador a melancia e a água (não é necessário colocar açúcar, pois como já dissemos, a fruta é muito doce). Agora é só colocar gelo e  se deliciar.

Você sabia que:

A melancia é uma das fontes de alimentos raros de citrulina (aminoácido usado na cicatrização de feridas e na divisão celular). Além disso ela é uma ótima fonte de potássio e ajuda a controlar a pressão arterial.


Rena de arroz com salsicha


Nós sabemos que algumas crianças têm dificuldades de comer. Algumas delas não pelo sabor da comida (que muitas  vezes elas ainda nem conhecem por não terem experimentado), mas pelo modo com que aquele prato saboroso é apresentado pela mamãe.

Bom, pensando nisso, vamos apresentar uma forma divertida de oferecer o almoço de hoje.

Para isso você vai precisar de:
Arroz
Salsicha
Tomate
Couve
Ervilhas
Batatas (cozidas ou fritas)

Modo de preparo:
Cozinhe o arroz e, em outra panela, as salsichas. Depois que estiverem cozidos, coloque o arroz em um prato, pegue a salsicha e corte ao meio. Em cada um dos lados, faça um outro corte (como se estivesse dividindo agora na vertical).

Agora é só montar o prato que vai atrair o seu pimpolho. Coloque ervilhas de modo a formar os olhos da rena. O tomate, cortado ao meio, dever ser colocado como se fosse o nariz. As salsichas serão os chifres. Para incrementar, coloque as batatas ao redor e a couve.

Pronto! Agora é só chamar a criançada!


Bom apetite!
Foto: M de Mulher - Editora Abril



Bolo de cenoura calda cremosa



O bolo de cenoura, que particularmente eu amooo, é uma das receitas favoritas das crianças e uma das mais procuradas pelos pais, já que se trata de uma receita fácil e muito gostosa. Esta receita caseira que o nosso blog traz, tem como resultado um bolo fofo e bem fresquinho. Parte da receita é toda feita no liquidificador, portanto é muito prático e rápido de preparar. É uma receita ideal para o cafezinho ou para a merenda das crianças. Já para a cozinha.

Ingredientes:
3 cenouras médias descascadas e picadas, 2 xícaras (de chá) de açúcar, 2 xícaras (de chá) de farinha de trigo, 1 xícara (de chá) de óleo, 4 ovos, 1 colher (de sopa) de fermento em pó químico (de bolo),1 pitada de sal
Calda:
6 colheres (de sopa) de açúcar, 6 colheres (de sopa) de achocolatado (de uma boa marca), 3 colheres (de sopa) de manteiga, 2 colheres (de sopa) de leite
Modo de Preparo
Coloque a cenoura e o óleo no liquidificador e bata bem. Junte o açúcar, os ovos e o sal, bata novamente, até ficar homogêneo. Despeje em uma tigela e vá misturando a farinha de trigo aos poucos. Depois de bem misturado acrescente o fermento e mexa delicadamente. Despeje em uma forma untada e enfarinhada. Leve ao forno médio, até que você enfie um palito e ele saia limpinho. Deixe esfriar (ou pelo menos amornar),  desenforme e coloque a calda.
Cobertura – Coloque todos os ingredientes em uma panela, misture e leve ao fogo. Quando começar a ferver, deixe mais um minutinho, até ficar uma calda grossa. Despeje no bolo assim que tirar do fogo, quente mesmo.

Frutas banhadas em chocolate



A dica de hoje é fácil, gostosa e vai agradar a todos. Você vai precisar de frutas da sua preferência e chocolate!

Escolha frutas fresquinhas e que sejam mais fáceis de manusear, como a banana, o morango, a uva, o kiwi, por exemplo. Lave todas e corte em pedaços (a uva, por exemplo, não precisará ser cortada). Deixe as frutas secarem bem em um escorredor ou, até mesmo, enxugue com papel toalha ou com um pano de prato limpo.

Derreta o chocolate que preferir: branco ou preto. Banhe as frutas no chocolate, deixe escorrer e coloque em papel manteiga ou em um tapete de silicone, confeite como desejar e espere até o chocolate endurecer. Para banhar, escolha a técnica mais adequada para a fruta que está utilizando: garfos, colher, espátula ou as mãos. 

Dicas: 

Banhe o morango inteiro, pois fica mais bonito e também ajuda a conservar a umidade dele.
Coloque a fruta no palito antes do chocolate endurecer: na hora de banhar ou um pouco depois.
Tente usar sempre frutas frescas mesmo, pois algumas escurecem e não ficam gostosas e nem bonitas na hora de servir.

Você pode confeitar de várias maneiras. Use a criatividade.

Dia de pizza


Pizza é sempre sucesso na cozinha! As crianças em geral também pensam isso, e, pensando nelas, o nosso blog traz uma receita de mini pizzas que faz com que elas possam comê-las mais facilmente. Na verdade, as mini pizzas servem pra tudo, por exemplo, festas nas quais vocês querem servir aos convidados sem ter que lavar muitos pratos depois. Uma dica: seja criativo no recheio. Vamos lá. Mãos na massa.
Ingredientes:
100 gramas de carne moída
½ cebola sal e pimenta 
500 ml de óleo 
500 ml de tomate frito 
1 base de pizza elaborada 
800 granas de queijo orégano

Modo de preparo:
Condimente a carne com sal e pimenta; descasque a cebola e pique-a bem fina. Refogue a cebola com a carne em uma frigideira com óleo; depois condimente com sal pimenta, adicione o tomate e misture bem.
Pré aqueça o fono a 180º C. Com um cortador de massa redondo, corte porções da massa de pizza e coloque-as em uma bandeja. Cubra com a preparação anterior, cubra com queijo e leve ao forno. Retire do forno quando o queijo estiver derretido, polvilhe com orégano e sirva.

Dadinhos de tapioca


Gente, pense em uma receitinha bacana, fácil de fazer e que agrada a um universo de paladares. São os dadinhos de tapioca. Chamem as crianças para a cozinha, façam o petisco e depois se lambuzem com essa delícia!!! Você pode servir com variados tipos de molhos. É só escolher!
O que é necessário?
500 ml de leite
250g de queijo coalho ralado
250g de tapioca (daquele saquinho meio granulado que você compra no supermercado mesmo)
sal à gosto (depende de quão salgado está o queijo)
1 pitada boa de pimenta do reino branca
óleo pra fritar ou manteiga de garrafa para untar a assadeira
molhinho da sua preferência.

Como fazer?

Aqueça o leite até quase ferver.
Forre uma assadeira pequena com filme PVC (isso facilita para desinformar).
Misture o queijo e a tapioca numa tigela e junte o leite aos poucos mexendo sempre.
Prove e acerte o sal. Acrescente a pimenta branca. Mexa até a mistura firmar bem. É bem rapidinho.
Despeje a mistura na assadeira forrada e espalhe bem (esse é um dos lados do seu dadinho - quanto mais lisinho melhor) e em seguida cubra com outra camada de filme PVC rente à massa, para evitar a formação de película.
Leve à geladeira por pelo menos 4 horas.
Fica bem durinho! Corte em cubinhos e frite ou asse no forno pré-aquecido a 190oC. Asse por uns 20 minutos, vire os dadinhos e asse mais uns 20 minutos.
Sirva quentinho com o molho.



Faça uma "banana pinguim" para o lanche do seu pimpolho!

Comer frutas e legumes é fundamental para a saúde das crianças e dos adultos também. Agora, não é porque vamos fazer uma alimentação saudável que ela não pode ser divertida, não é?
Se o seu filho tem dificuldades para comer frutas, que tal tentar inseri-las de maneira bem criativa?
Pensando nisso hoje nós trouxemos uma dica bemmmm legal: banana pinguim. Mas como é isso? Calma, você vai aprender a fazer agora!

Você vai precisar de:

- Meia dúzia de bananas
- 500 g de chocolate em barra
- Pastilhas de chocolate (MM's)

Modo de preparo:

Derreta a barra de chocolate em banho-maria. Em seguida, retire as cascas das bananas. Coloque um pouco de chocolate em uma das pontas de cada banana, como se estivesse fazendo a cabeça e a asa do pinguim. Com criatividade, pegue as pastilhas de chocolate e coloque na banana, de modo a fazer os olhos, o bico e os pés do pinguim. Se quiser, pode deixar na geladeira por alguns minutinhos. Pronto!

Dica: Se colocar na geladeira, não deixe por muito tempo para que a banana não fique com aquelas manchinhas.



Maçã do amor ♥

Todas, ou pelo menos a maioria, das receitas que nós trazemos aqui são aquelas que nos remetem aos sabores da infância. Provavelmente, se você já passou dos 20 anos, você também vai lembrar com saudades daquela época cheia de doces e encantos.

Então, pensado nisso, que tal trazer esses sabores para a vida dos seus pimpolhos?

E a dica de hoje é exatamente algo muitoooooo doce: maçã do amor!

Para fazer, você vai precisar de:
12 maçãs
12 palitos de churrasco
1 kg de açúcar branco
1 colher (sopa) de vinagre)
500 ml de água
Anilina comestível

Modo de preparo:
Separe as maçãs e lave-as em água corrente, secando-as logo em seguida. Em uma panela coloque o açúcar, o açúcar, o vinagre e a água, mexendo até formar um calda. Até a fervura, pode-se utilizar fogo alto. Quando começar a ferver o ideal é que coloque em fogo médio e que se mantenha por 25 minutos.

Para saber se a calda está no ponto, mergulhe a ponta de um palito e pingue sobre uma superfície lisa, amassando com o dedo logo em seguida. Se a calda soltar é porque está no ponto certo. Desligue imediatamente o fogo e comece a mergulhar as maçãs, uma a uma na calda, de modo que cada uma delas fique toda coberta.

Após mergulhar as maçãs, ponha cada uma delas sobre uma forma e espere secar. Se preferir, pode polvilhar chocolate granulado. Fica uma delícia! :)

Espere esfriar e chame os pimpolhos!!!!


Vai uma água de coco?

Com o calor que está fazendo, nada melhor do que desfrutar de uma boa água de coco. Docinha e refrescante, as crianças, geralmente, amam! Agora, você sabe porque deve oferecer água de coco para o seu filho?

Inúmeros são os benefícios dessa bebida, especialmente para as crianças que estão em movimento o tempo todo. Pensando nisso, o Meu Catavento Colorida elegeu sete benefícios para que você possa decidir por oferecer água de coco para os pimpolhos.

O primeiro benefício apontado é a hidratação. A água de coco pode repor os fluídos e fornecer outros nutrientes que não estão presentes na água regular; em seguida podemos pontuar a aceleração do metabolismo, já que este tipo de água é naturalmente livre da adição de açúcares (apenas o açúcar natural), de gordura e possui um baixo valor calórico. Beber água de coco dá ainda mais energia para as crianças!

Outro benefício é a combinação perfeita entre a quantidade de sódio e de potássio. Essa combinação colabora com a redução e a regularização da pressão arterial. Além disso, a água de coco colabora com a prevenção de doenças, pois possui propriedades anti-virais.

Beber água de coco ajuda a remover as toxinas acumuladas no corpo humano ao longo do dia. É importante lembrar que o corpo necessita de um alto nível de oxigênio para o bom funcionamento dos órgãos e a água de coco colabora no transporte desse oxigênio e na nutrição para as células.

Ahhhh, e se o seu pimpolho se queimou com o sol, ou se sofreu uma pequena queimadura na pele, passar um pouco de água de coco ajuda a amenizar a ardência. Ela pode, ainda, ajudar a curar queimaduras internas no esôfago, ocasionadas por refluxo ácido.

Viu quanto benefício? Que tal oferecer água de coco para os seus filhos?

Qual a quantidade de sal que pode ser consumida por bebês de até 1 ano?

Oferecer alimentos saudáveis às crianças nos primeiros anos de vida é fundamental para que elas cresçam com saúde. Embora os pediatras recomendem que os bebês se alimentem apenas de leite materno até os seis meses, é comum escutar de mamães que com três ou quatro meses elas começaram a inserir outros tipos de alimentos, como chás e papinhas. A desculpa é sempre a mesma: “meu bebê chorava com fome. Apenas o leite materno não o sustentava”.

Está bem. Existem casos e casos. Mas a alimentação é algo que não se pode descuidar. Você que é mamãe já procurou saber qual a quantidade exata de sal que um bebê, com idade até 1 ano, pode consumir? Pois é, se você começou a dar papinha para o seu filho antes do momento recomendado pelos médicos, fique atenta.

Lógico que o sal moderadamente não faz mal, é necessário para o corpo humano e a falta dele pode causar inúmeros problemas ao organismo. Mas se a quantidade ingerida é elevada... aí também está um grande problema.

Mas, como saber a quantidade correta? A partir dos seis meses de idade – momento em que outros tipos de alimentos começam a ser introduzidos – deve-se levar em consideração o peso da criança. Aquelas com idades entre 6 e 11 meses (que pesam entre 8kg e 11kg) devem ingerir cerca de 200 miligramas de sal por dia, quantidade encontrada facilmente em 400 ml de leite materno (sim, o leite materno contém sal!), em um biscoito, ou em um pedaço de carne. Já aquelas crianças que pesam um pouco mais (entre 12kg e 15kg) devem ingerir cerca de 260 miligramas de sódio por dia.

Já falamos acima, mas é sempre é importante lembrar que até os seis meses a criança deve apenas ser alimentada de leite materno. A partir dessa idade o paladar dos pequenos começa a se adaptar aos alimentos que são introduzidos na dieta. Se a mamãe coloca muito sal, isso poderá acostumá-los a uma alimentação salgada, o que tornará mais difícil fazer com que eles se alimentam quando a comida tiver menos sal. Além disso, o excesso de sal pode prejudicar os rins do bebê.

Dicas: como os bebês necessitam de pouquíssimo sal, ao começar a introduzir outros alimentos, como sopas e papinhas, tente não acrescentar sal. O sal contido nas verduras, legumes e frutas já é suficiente; e nunca dê aos pequenos comidas industrializadas feitas para os adultos.


Chocolate: como e quando oferecer às crianças?


Estava um dia desses assistindo (novamente, rs) ao filme A fantástica fábrica de chocolate, um exemplo de como o nosso ouro negro é realmente irresistível para todas as idades. 

Dá para sentir o cheiro do chocolate! No filme, as crianças não resistem ao cenário doce e colorido. E é muito difícil, não só para crianças, resistir ao chamado fruto dos deuses.

Quase todo mundo gosta dessa guloseima. Para muitos, não existe nada mais prazeroso. Mas, segundo nutricionistas, é recomendável consumi-lo com moderação e estabelecer alguns limites principalmente na hora de introduzi-lo na dieta das crianças.

O chocolate de fato é nutritivo e energético. Contém nutrientes como o cálcio, o fosfato, proteínas e outros minerais que são indispensáveis para o crescimento das crianças. Além disso, contém substâncias naturais, como os flavonoides, que protegem o organismo de doenças cardiovasculares, por seus efeitos antioxidantes.
Porém, se a criança consome chocolate em quantidades exageradas, pode sofrer uma intoxicação, e ter diarreias, náuseas e vômitos. Em geral, o consumo de chocolate deve ser feito somente nas sobremesas, ou no meio da manhã ou na merenda. Mais que isso seria um exagero.
Normalmente, alguns tipos de chocolates contém cafeína, que, em excesso, pode tirar o sono da criança ou reduzir seu apetite. O melhor é consumi-lo sempre depois das refeições. As crianças diabéticas ainda que consumam chocolates diet, devem fazê-lo com moderação, já que a quantidade de gorduras é ainda maior. As crianças que sofrem com intolerância a lactose podem consumir o chocolate amargo ou meio amargo já que não contém leite.
Segundo especialistas, o consumo indicado é de 25 gramas por dia. Mas, vale lembrar que a ingestão de chocolate não é indicada para crianças menores de dois anos, por conta da possibilidade de reações alérgicas, muito comuns neste período da vida dos pequenos. Observadas essas recomendações, ofereça esse prazer aos baixinhos e altinhos!

Desnutrição infantil: uma luta diária

Os papais e as mamães já devem ter percebido que a cada consulta o pediatra anota o peso e a altura da criança para acompanhar o desenvolvimento ao longo dos anos. Caso o peso do filho ou da filha esteja abaixo da média, o médico solicitará uma série de exames para descobrir quais são as causas e indicar o tratamento mais adequado, sempre levando em consideração os hábitos alimentares da família.

Apesar de o número de crianças desnutridas ter caído, segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), que em 2014 retirou o Brasil do mapa da fome e apontou – através do relatório “O Estado Alimentar no Mundo 2015” – que houve a diminuição de 82,1% do número de pessoas subalimentadas entre 2002 e 2014, ainda há inúmeros casos de crianças abaixo do peso no Brasil.

Dados divulgados pelo Sistema de Vigilância Alimentar (SISVAN), do Ministério da Saúde, mostram que na região Nordeste ainda existem 41.250 mil crianças entre 0 e 5 anos de idade em estado de magreza extrema, sendo que o total (somando todas as regiões do Brasil) é de 87.604 mil crianças na mesma faixa etária. Ou seja: o Nordeste possui 47% do total de crianças abaixo do peso no país. [Confira os dados aqui]

O estado nutricional adequado da criança pressupõe, dentro de outras questões, o atendimento das necessidades básicas, como moradia, acesso à educação e aos serviços de saúde. A falta de uma dessas condições pode colaborar para a desnutrição infantil. “Muitas mães não levam os filhos ao pediatra porque acham que eles estão ‘bons’. Muitas mães só levam as crianças ao médico quando elas estão doentes, então não medem e não pesam a criança”, afirma a coordenadora da Pastoral da Criança na Arquidiocese de Salvador, Adonai Vidal.

E a Pastoral da Criança é uma preciosa colaboradora no combate à desnutrição, por meio da orientação dos pais e da multimistura – uma espécie de farinha [saiba do que é feito abaixo]. “Nós temos uma tabela que mostra a altura e o peso ideal para cada faixa etária. A criança que está na linha correta, nós apenas orientamos as mães. Aquelas que estão abaixo do peso precisam de um reforço na alimentação e aí nós entregamos a multimistura, mas não basta apenas a multimistura porque ela é complementar e deve ser misturada a outros alimentos”, esclarece Adonai.

Ao contrário do que muita gente pensa, a desnutrição pode começar ainda na gestação, sendo caracterizada pelo baixo peso no nascimento. Outras causas podem ser o desmame precoce, uma alimentação pobre em nutrientes como minerais, proteínas e vitaminas, além da higiene precária e repetidas infecções, como diarreias. “Às vezes nós acompanhamos crianças que ficam quatro, seis meses com o mesmo peso. Então, essa criança precisa ir ao pediatra; ela pode estar com verme, com anemia e somente o médico, através de exames, é que vai poder dizer do que se trata”, orienta Adonai.

Multimistura: salvando vidas

Para quem não sabe, a multimistura já salvou milhares de vidas em todo o país. Fabricada por agentes da Pastoral da Criança, a farinha conta com fubá, farelo (fibras) e sementes de abóbora, gergelim, girassol e o pó da folha de aipim. As famílias que necessitam podem procurar a Pastoral da Criança, localizada na Cúria Arquidiocesana (avenida Leovigildo Filgueiras, 270 – Garcia), de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. “Em alguns locais, como o Bairro da Paz, a multimistura é feita mensalmente e as mães que têm os filhos abaixo do peso já a recebem após a pesagem”, diz Adonai.



Que tipo de comida devo oferecer para o meu filho?


Alimentação é sempre algo muito preocupante, especialmente quando se trata de crianças. Com certeza você já deve ter se perguntado: o que devo oferecer para o meu filho? Será que esse alimento tem os nutrientes que ele necessita? Para ajudar a minimizar essas dúvidas, confira as dicas abaixo!

1. Carboidratos 

Os carboidratos são os responsáveis por dar energia ao organismo, e precisam ser oferecidos à criança em todas as refeições, e às vezes no lanche. Alguns exemplos: macarrão, arroz, batata, mandioca, cereais matinais e todos os alimentos feitos com farinha, como pães, bolos e bolachas. 

2. Frutas, verduras e legumes 
Pode ser que demore um pouco para a criança se acostumar às verduras. Tente oferecê-las em todas as refeições para que seu filho perceba que elas fazem parte do cotidiano alimentar da família. As frutas já são bem mais aceitas: ofereça-as também em pedacinhos para que seu filho coma sozinho. Elas são ótimos ingredientes para sobremesas e para bolos caseiros, que podem ser servidos de lanche. 

3. Alimentos ricos em ferro e proteína 
São eles: carne, frango, peixe, ovos e leguminosas (como feijão, grão-de-bico, ervilha e lentilha). Devem ser oferecidos em uma ou duas refeições por dia. Corte a carne bem pequenininha se seu filho tem dificuldade de mastigar. Prefira cortes com menos gordura. O fígado é uma das maiores fontes de ferro. 

No caso de alimentos industrializados, tais como hambúrgueres, almôndegas ou frango empanado, verifique na embalagem não só a quantidade de gordura mas também a de sódio. Sódio demais é prejudicial, e esse tipo de alimento costuma exagerar na dose. 

Famílias vegetarianas devem reforçar o consumo de grãos, ovos e castanhas, consumindo-os em duas ou três refeições por dia, para obter a quantidade necessária de ferro. Se há alguém alérgico na sua família, é aconselhável esperar até a criança ter 2 ou 3 anos para dar castanhas (amêndoas, nozes, amendoim etc.). 

O ferro é mais bem absorvido quando consumido junto com a vitamina C. Por isso, um bifinho de fígado com suco de laranja é uma grande pedida. 

4. Leite, queijo e iogurte 
Ofereça leite e derivados ao seu filho mais ou menos três vezes ao dia. Os derivados de leite garantem o cálcio necessário para o crescimento dos ossos, mas têm pouquíssimo ferro. Entre 1 e 3 anos, as crianças precisam de menos leite do que antes do primeiro aniversário. 

O total do dia pode ser de cerca de 350 ml. Por isso, não dê mamadeiras cheias. Faça um esforço para dar menos quantidade -- a transição para o copo facilita. O problema de tomar muito leite é que não vai sobrar muito apetite para os outros alimentos, principalmente os ricos em ferro. 

Se você estiver amamentando, continue. Caso já tenha desmamado seu filho, a partir de 1 ano não será mais necessário usar fórmulas especiais -- você pode dar o leite comum, do supermercado. 

A orientação dos especialistas é que crianças tomem leite integral (tipo A) até os 2 anos de idade. Depois disso, é possível passar para o tipo semidesnatado ou leite tipo B, desde que ela esteja se alimentando e se desenvolvendo bem. Nunca dê leite desnatado, light ou tipo C para seu filho, até ele ter pelo menos 5 anos, exceto sob orientação expressa do pediatra. 

Existem fórmulas em pó que contêm leite integral e são fortificadas com ferro e vitamina. Você pode optar, junto com o pediatra, em dar uma dessas fórmulas, se seu filho não se alimentar muito bem. Nessa idade, não é incomum que crianças acabem ficando com um pouco de anemia por deficiência de ferro.



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