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Eca, chulé!

Sabe aquele momento em que a criança chega da escola, depois de um turno inteirinho de aula, correrias e brincadeiras e tira o tênis e, quando você menos espera, sobe aquele cheirinho desagradável de chulé? Conviver com este problema não é nada divertido, principalmente para as crianças que tiram os sapatos a todo o momento e ainda correm o risco de serem apelidadas por causa do chulé.

Mas você sabe como ele é causado? Cientificamente chamado de bromidose, o chulé aparece devido ao suor excessivo na planta dos pés e pode piorar se não houver uma higiene correta, o que pode levar à proliferação de fungos e bactérias.

Embora o problema pareça sem solução quando, ao tirar os sapatinhos dos pimpolhos, o mau cheiro toma conta da casa, alguns cuidados podem melhorar (e muito) a situação. Acompanhe alguns deles:

- Calce as crianças com meias de algodão;
- Não deixe que elas utilizem a mesma meia mais de uma vez;
- Exponha o calçado ao sol antes de utilizá-lo novamente;
- Após o banho seque os pés completamente, passando a toalha entre os dedos;
- Evite sapatos fechados por muito tempo;

- Oriente as crianças a não andarem descalças em pisos úmidos.

Vixe, será que meu bebê está com cólica?

Quando os bebês com até 5 meses de idade começam a chorar com muito mais frequência, é comum que as mamães fiquem logo preocupadas. Por isso é muito importante prestar atenção em alguns sinais para tentar entender o que está acontecendo e, claro, procurar um médico. Choros constantes podem ser um sinal de cólica. E você sabe como você pode identificar isso?

Em um bebê com cólica, você pode notar o seguinte: crises de choro intenso, sendo muito difícil de acalmá-lo; ele encolhe as perninhas, arqueia as costas para trás e, enquanto chora, se estica e espreme-se; ele solta alguns puns quando chora.

Pois é, essas são as principais características de um bebê que está sofrendo de cólicas. Além de serem mais comuns em pimpolhos com até 5 meses, a cólica normalmente ataca entre o fim da tarde e a noite. Alguns bebês sentem, inclusive, dificuldade  para mamar quando está com cólica.

Apesar de ter diversas causas, o alento para as mamães é que a cólica não é grave, não é uma doença e costuma ir melhorando com o passar dos meses de vida. Para tentar aliviar, além de procurar um médico, você pode tentar aplicar aquelas "técnicas" já conhecidas por nossas avós:

- Se você está amamentando, tente fazer uma mudança na sua alimentação e evite alguns alimentos que causam gases em você, como leite, chocolate, feijão, brócolis e repolho;
- Segure o bebê no colo, bem apertadinho. Você pode fazer isso com a ajuda de uma manta;
- Tente colocar o bebê em um ambiente sem muitos estímulos, com pouco barulho e pouca luz. O bebê chora menos quando está em pouco movimento;
- Você pode fazer uma massagem suave na barriguinha do bebê;
- Ponha o bebê para arrotar depois de cada mamada;
- Se o bebê toma mamadeira, verifique se ele não está engolindo o ar.


Como cortar as unhas do bebê recém-nascido?

Quem tem criança recém-nascida - ou quem em breve terá uma - deve ter várias dúvidas (claro!). Uma dessas dúvidas que passa pela cabeça das mamães de primeira viagem é sobre as unhas. Como e quando começar a cortá-las?

A primeira coisa que você deve saber é que deve evitar cortar as unhas do bebê nos primeiros dias de vida. Nesse período elas são tão frágeis que qualquer coisa pode ocasionar um ferimento, o que pode gerar muitas outras coisas, como uma infecção.

Com o passar dos dias você vai perceber que as unhas começarão a ficar mais rígidas e o excesso, muitas vezes, pode ser aparado com a própria mão da mamãe. Com jeitinho, passe os dedos sobre as pontinhas das unhas. Elas poderão sair facilmente.

Quando ele já estiver maiorzinho e já for possível cortar, de fato, você pode utilizar uma tesourinha ou um cortador próprio para unhas de bebês. Para cortar, veja se é possível fazer com ele dormindo, ou então, caso ele esteja acordado, com a ajuda de outro adulto.

Agora é só pressionar o dedinho para baixo e segurar firme a mãozinha do seu filho, evitando que ele se mexa e se machuque.

Uma observação importante: alguns adultos preferem "roer" as unhas das crianças nos primeiros dias de vida. Evite fazer isso, pois germes que estão na sua boca podem passar para os dedinhos do bebê e qualquer machucado, por menor que seja, pode causar uma infecção.


Em guerra contra os mosquitos!

Em épocas mais quentes, não é só o quesito hidratação que devem preocupar os papais. Cá estamos nós novamente falando das altas temperaturas e dos efeitos do calor. 

Mas é fato que nesta época do ano os cuidados com nossos pequenos devem ser redobrados. Neste período há uma maior incidência de casos de alergias, picadas de insetos e outros transtornos. 

Em épocas de alertas contra o Aedes Egypt, bichinho minúsculo mas que causa grandes estragos, muitos pais ficam na dúvida de como proteger os filhos pequenos. 

A maioria dos pediatras condena o uso de repelentes em crianças menores de 6 meses. As substâncias químicas presentes neste tipo de produto podem ser prejudiciais ao bebê e provocar alergias, já que nesta fase a pele é ultra delicada. 

Então, como fazer? Quais métodos podemos lançar mão para que esse monstrinho voador fique longe dos nossos filhinhos? O Catavento reuniu uma série de dicas que podem ser úteis para vocês neste período de maior proliferação de mosquitos e afins. Anotem aí!

Telas nas janelas

Eu considero a melhor coisa a se fazer em uma casa com bebês. Melhor do que remediar a entrada do mosquito é deixá-lo do lado de fora. Há vários tipos de tela, escolha a que melhor se adapta às características da sua casa. Até mesmo se você tem portas que dão para sacadas, há a possibilidade de colocar telas de correr no local. Claro que para o sucesso das telas é fundamental que você mantenha-as sempre fechadas.
 Mosquiteiro no berço
O maior cuidado é sempre verificar se não há um mosquito em seu interior. É importante lavá-lo com frequência, pois ele acumula muita sujeira e pó, o que pode desencadear um processo alérgico nos bebês. Se você viajar para a praia com um bebê, saiba que existem berços portáteis com mosquiteiro acoplado.
Citronela, andiroba, neem
Conhecida por sua característica natural de espantar os mosquitos, a citronela pode ser simplesmente plantada próximo às janelas da casa ou adquirida na forma de óleos ou velas. 
Cá entre nós, acho que não resolve se a quantidade de mosquitos for muito grande, mas é um plus a mais na guerra contra esses bichinhos inoportunos. 
Há também velas de formulações alternativas, como a da andiroba (eficiente inclusive contra o mosquito da dengue) e a de neem (planta indiana cuja vela é praticamente sem odor), vendidas em lojas especializadas em produtos para alérgicos. O cuidado deve ser colocar a vela em um local seguro, para evitar acidentes.
 Repelentes em gel ou creme
Só use se o pediatra do seu filho autorizar (e depois de fazer um teste alérgico, colocando em uma pequena região da pele para ver se seu filho não apresenta nenhuma reação). Se for usar, aplique nas áreas expostas, longe de boca, olhos e mãos (pois o bebê poderá levá-las justamente levar aos mãos aos olhinhos ou boca). Também evite passar em algum local de alcance das mãos do bebê.
Inseticidas de tomada

Não use se seu filho apresentar alergia respiratória, pois ela será intensificada com o inseticida. O melhor é consultar seu pediatra a respeito e verificar se ele autoriza o uso para os filhotes maiores. Os inseticidas em spray não devem ser usados, pois são mais tóxicos do que os de tomada.

Porque meu filho tem que lavar as mãos?

Vamos falar agora de um assunto muito importante tanto para as crianças, quanto para os adultos: lavar as mãos. Todo mundo sabe que os pequenos são danados para levar as mãos à boca. Para eles, isso é algo tão natural, que nem sempre é possível parar para perceber o ato.

Conforme a Organização Mundial da Saúde, o simples fato de lavar as mãos já reduz em até 40% o risco de contrair doenças, como gripes, resfriados, herpes, conjuntivite, diarreia, infecção estomacal e até mesmo dor de garganta. Além disso, a lavagem correta das mãos evita a contaminação por germes que estão presentes em toda parte.

De acordo com o diretor de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, em entrevista ao site saúde.gov.br, Cláudio Maierovitch, as mãos são as principais vias de transmissão de vírus. "Em geral, as mãos são a parte do corpo que mais tem contato entre uma pessoa e outra e as pessoas, em geral, usam as mãos pra diversas coisas, costumam passar a mão nos olhos, no nariz, na boca, no corpo, muitas vezes, sem perceber; assim como tocam diversos objetos e todas essas podem ser fonte de micro-organismos que causam doenças e a sua transmissão pode ser muito reduzida se as pessoas lavarem as mãos adequadamente", afirmou. 

O mesmo vale para os adultos, principalmente quando eles têm crianças. Evite pegar os pimpolhos sem lavar as suas mãos, pois você também pode transmitir inúmeros vírus para eles. O correto, ao chegar em casa, é antes de tudo correr para o banheiro e tomar um banho bem tomado. Agora, se você não tem como tomar banho antes de ter contato com o seu filho, pelo menos lave as mãos. Depois você pode aproveitar para brincar com as crianças.

Mas, você sabe a forma correta de lavar as mãos? Aprenda e aproveite para ensinar ao seu filho e à sua filha:



Vai uma água de coco?

Com o calor que está fazendo, nada melhor do que desfrutar de uma boa água de coco. Docinha e refrescante, as crianças, geralmente, amam! Agora, você sabe porque deve oferecer água de coco para o seu filho?

Inúmeros são os benefícios dessa bebida, especialmente para as crianças que estão em movimento o tempo todo. Pensando nisso, o Meu Catavento Colorida elegeu sete benefícios para que você possa decidir por oferecer água de coco para os pimpolhos.

O primeiro benefício apontado é a hidratação. A água de coco pode repor os fluídos e fornecer outros nutrientes que não estão presentes na água regular; em seguida podemos pontuar a aceleração do metabolismo, já que este tipo de água é naturalmente livre da adição de açúcares (apenas o açúcar natural), de gordura e possui um baixo valor calórico. Beber água de coco dá ainda mais energia para as crianças!

Outro benefício é a combinação perfeita entre a quantidade de sódio e de potássio. Essa combinação colabora com a redução e a regularização da pressão arterial. Além disso, a água de coco colabora com a prevenção de doenças, pois possui propriedades anti-virais.

Beber água de coco ajuda a remover as toxinas acumuladas no corpo humano ao longo do dia. É importante lembrar que o corpo necessita de um alto nível de oxigênio para o bom funcionamento dos órgãos e a água de coco colabora no transporte desse oxigênio e na nutrição para as células.

Ahhhh, e se o seu pimpolho se queimou com o sol, ou se sofreu uma pequena queimadura na pele, passar um pouco de água de coco ajuda a amenizar a ardência. Ela pode, ainda, ajudar a curar queimaduras internas no esôfago, ocasionadas por refluxo ácido.

Viu quanto benefício? Que tal oferecer água de coco para os seus filhos?

Brincar com terra faz bem à saúde

Infelizmente o crescimento acelerado das grandes cidades vem trazendo mudanças negativas na vida das crianças. Enquanto há 20 anos era frequente encontrarmos casas com quintal, hoje o que vemos são apartamentos em condomínios que parecem mais clubes: espaços separados por grades, piscinas, quadras, brinquedoteca, salão de jogos... mas nada de terra, o que torna o contato com a natureza cada vez mais raro.

Isso mesmo! Quem foi criança até os anos 1990, ou quem ainda mora em bairros que mais parecem interior sabe muito bem do que estamos falando. Brincar na terra, além de ser muito divertido, é também saudável: fortalece a imunidade! 

Uma pesquisa da Universidade de Bristol, na Inglaterra, comprovou que uma bactéria pode ajudar na produção da serotonina (substância responsável pelo bem-estar) e ela está justamente na terra. Com o nome de Mycobacterium Vaccae, a bactéria tem ação semelhante aos antidepressivos e ajuda a aumentar as taxas de serotonina e a diminuir a ansiedade.

Se você tem um quintal, ou pelo menos um espaço mínimo de terra, não tenha receio de deixar o seu pimpolho brincar. Dê a ele a possibilidade de cavar, pegar minhocas (eu fazia muito isso!), se sujar de lama, regar as plantas, tocar nas flores.

Bom, se você mora em casa, mas não tem um quintal, não se preocupe! Você pode aproveitar e fazer um canteiro, deixando as crianças mexerem com a terra e até te ajudarem a plantar as mudinhas. Será uma ótima oportunidade para deixá-los em contato com a natureza.

Agora, caso o seu espaço seja ainda mais limitado, como um apartamento, também não se preocupe! Em Salvador existem parques, como o de Pituaçu e o da Cidade, onde os pequeninos podem aproveitar para correr (e sim!) se sujar na terra.

Ah, mas não esqueça: é na infância que se aprende as maiores lições para levar pelo resto da vida e aprender a respeitar a natureza é uma delas. Contudo, oriente as crianças a lavarem as mãos depois de brincarem na terra, especialmente se forem consumir algum alimento :)

Qual a quantidade de sal que pode ser consumida por bebês de até 1 ano?

Oferecer alimentos saudáveis às crianças nos primeiros anos de vida é fundamental para que elas cresçam com saúde. Embora os pediatras recomendem que os bebês se alimentem apenas de leite materno até os seis meses, é comum escutar de mamães que com três ou quatro meses elas começaram a inserir outros tipos de alimentos, como chás e papinhas. A desculpa é sempre a mesma: “meu bebê chorava com fome. Apenas o leite materno não o sustentava”.

Está bem. Existem casos e casos. Mas a alimentação é algo que não se pode descuidar. Você que é mamãe já procurou saber qual a quantidade exata de sal que um bebê, com idade até 1 ano, pode consumir? Pois é, se você começou a dar papinha para o seu filho antes do momento recomendado pelos médicos, fique atenta.

Lógico que o sal moderadamente não faz mal, é necessário para o corpo humano e a falta dele pode causar inúmeros problemas ao organismo. Mas se a quantidade ingerida é elevada... aí também está um grande problema.

Mas, como saber a quantidade correta? A partir dos seis meses de idade – momento em que outros tipos de alimentos começam a ser introduzidos – deve-se levar em consideração o peso da criança. Aquelas com idades entre 6 e 11 meses (que pesam entre 8kg e 11kg) devem ingerir cerca de 200 miligramas de sal por dia, quantidade encontrada facilmente em 400 ml de leite materno (sim, o leite materno contém sal!), em um biscoito, ou em um pedaço de carne. Já aquelas crianças que pesam um pouco mais (entre 12kg e 15kg) devem ingerir cerca de 260 miligramas de sódio por dia.

Já falamos acima, mas é sempre é importante lembrar que até os seis meses a criança deve apenas ser alimentada de leite materno. A partir dessa idade o paladar dos pequenos começa a se adaptar aos alimentos que são introduzidos na dieta. Se a mamãe coloca muito sal, isso poderá acostumá-los a uma alimentação salgada, o que tornará mais difícil fazer com que eles se alimentam quando a comida tiver menos sal. Além disso, o excesso de sal pode prejudicar os rins do bebê.

Dicas: como os bebês necessitam de pouquíssimo sal, ao começar a introduzir outros alimentos, como sopas e papinhas, tente não acrescentar sal. O sal contido nas verduras, legumes e frutas já é suficiente; e nunca dê aos pequenos comidas industrializadas feitas para os adultos.


Galerinha na fita!

Luiza desafia seus limites realizando novas manobras

Um dia de sol. Um par de árvores e muita disposição! É só o que você precisa para praticar o slackline, um esporte para crianças e adultos. Em Salvador a modalidade começou a ter destaque no ano de 2010. 

A instrutora Isis de Andrade é uma das pioneiras neste esporte na cidade. “Estive em Boipeba e vi uma fita esticada, tentava atravessar e me sentia desafiada por não conseguir. Voltei para Salvador e comecei a treinar. De lá para cá foi só evolução. Apresentei o esporte para muitos amigos que praticam até hoje”, relembra. 

Isis participou em  2 campeonatos no estado de Sergipe, sendo campeã em um e destaque feminino em outro, além de ficar em terceiro lugar em uma competição em 2013 na Itália.

Um desses amigos é o terapeuta e psicólogo Marcos Ornellas. Ele começou no slack para acompanhar sua filha, a pequena Luiza Ornellas de 11 anos.“É maravilhoso acompanhar nossos filhos em uma modalidade esportiva. São momentos para compartilhar, para reforçar os laços. Dou muita força para Luiza”.

Luiza, por sua vez, diz que ama praticar slackline. “Meu irmão tinha uma fita, aí eu e meu pai fomos praticar. No começo era só eu ele. Depois, meu pai descobriu o grupo de slack da Isis e começamos a treinar com eles. Os ganhos em concentação e de tonificação muscular são grandes. Além disso, você sempre pode inventar novas manobras, se desafiar. Isso estimula”, revela. 


Mas, papais e mamães podem se perguntar: o que é preciso para que os pequenos possam começar a treinar? “É preciso ter saúde e muita disposição pra aprender! A fita é colocada bem baixa para que a criança possa subir sozinha e aprender a manter o equilíbrio, claro que com ajuda de um instrutor capacitado. Na minha opinião, a partir dos 5 anos é uma idade legal, porque a criança já está mais independente, mais esperta e consciente do corpo”, orienta a instrutora. A modalidade ainda ajuda aqueles que estão lutando para perder peso. A meninada ganha saúde se divertindo, se sente desafiada a atravessar a fita.

Diversão e desafio também são itens que estão na bagagem de estímulo de Tainá Andrade, 10 anos. Ela pratica o esporte há um ano. "Eu gosto muito, pois me deixa concentrada e me traz equilíbrio. Faz bem para o corpo e para a saúde em geral, além de ser muito divertido, é claro! Conforme a gente vai progredindo, mais os desafios aumentam. Mas, é tudo com segurança", argumenta.
Tainá leva o esporte à sério com disciplina


Para os pais preocupados com possíveis perigos ou lesões, Isis recomenda: “É sempre bom procurar alguém que já conheça a modalidade para orientar com instruções básica de segurança. A primeira delas é utilização do backup (corda que serve para prender a catraca à arvore), desta forma, a catraca não sairá voando, podendo atingir alguém".

Não pular as etapas é outro ponto que a instrutora considera importantíssimo! Ela ainda acrescenta buscar o melhor local para prática, como a praia, visto que a areia minimiza os impactos e até evita algumas possíveis lesões e usar equipamentos adequados.

Se interessou?  Em Salvador, um dos locais em que  Isis ministra  aulas é na Praia da Paciência, no bairro do Rio Vermelho.
Quem tiver interesse em iniciar na modalidade, também pode entrar em contato com o grupo através dos contatos abaixo.

Facebook: Slackteamsalvador / Instagram: Slackteamsalvador
Contato: 71 99196-7819 
Perfil facebook: Isinha Slackteamsalvador / email: slackteamsalvador@gmail.com

Fraldas descartáveis x fraldas ecológicas


Logo quando soube que estava grávida, a jornalista e pedagoga, Paloma Nogueira, não perdeu tempo e foi pesquisar sobre os diversos tipos de fraldas para o bebê que viria em breve. Foi aí que, de tanto pesquisar, ela conheceu as fraldas ecológicas e, desde que a pequena Nalu Sophia nasceu, há pouco mais de um ano, a mamãe não deixa de utilizá-las.

“Quando descobri as fraldas ecológicas, eu me apaixonei. Elas se parecem muito com as de antigamente, porém o material é mais confortável e o absorvente é de fibra natural, o que deixa o bebê mais confortável. Nunca achei que as descartáveis fossem confortáveis”, afirma Paloma que, atualmente, intercala as fraldas ecológicas com as descartáveis quando precisa sair com a pequena Nalu.

De fato, as fraldas ecológicas se assemelham às calças enxutas utilizadas pelos bebês até o fim dos anos 90 e promovem uma economia significativa no que se refere à produção e descarte de material na natureza, já que as ecológicas podem ser lavadas e reutilizadas por meses ou durante toda a vida do bebê. As fraldas ecológicas se adéquam ao tamanho do bebê e na fabricação de cada uma delas é utilizado um tecido externo, que pode ser o plush, algodão, malha, lycra, soft, suplex ou PUL; uma camada semi-impermeável (transpirável) no meio (no caso das noturnas utiliza-se duas camadas) e um tecido interno.

Entre esse tecido interno e a camada intermediária existe um bolso onde são colocados os “recheios”, como explica a doula, fotógrafa e vendedora de fraldas ecológicas, Maina Diniz. “Os recheios são tecidos com capacidade de absorção que, de fato, irão absorver os resíduos do bebê. Neste caso, a fralda tem a função de ajustar bem e anatomicamente esses absorventes para que não haja vazamentos. Também é possível utilizar os recheios por cima da camada interna da fralda, em contato com a pele do bebê e, assim, prevenir que a fralda se suje, sendo possível a troca apenas do recheio, após a utilização”, afirma.

Mudança que vale a pena

Maina lembra, ainda, que além de colaborar com a destruição do meio ambiente, as fraldas descartáveis contêm material químico para que os bebês estejam sempre secos. “Este processo retira, inclusive, quimicamente, a oleosidade da própria pele do bebê causando assaduras por ressecamento - embora a indústria goste de falar de ‘estar sequinho’ como algo benéfico - e o contraponto é que se utiliza pomadas medicamentosas para prevenir tais assaduras, alimentando mais a indústria e já fazendo um bebê consumir medicamentos sem necessidade. Muitos bebês desenvolvem alergias às fraldas descartáveis”, diz.

Mamãe Paloma e a pequena Nalu Sophia
Foto: arquivo pessoal
É também o que percebe a mamãe Paloma. Sempre que a pequena Nalu precisa usar as fraldas descartáveis, é necessário utilizar pomadas para as assaduras. “A diferença é que com as descartáveis ela [Nalu Sophia] sempre precisa usar pomadas e com a de tecido não. Percebo que a pele respira melhor e ela fica menos agoniada”, conta.

Para quem deseja substituir as fraldas descartáveis pelas fraldas ecológicas um ponto positivo é o tempo para o desfralde. Geralmente os bebês que utilizam as fraldas ecológicas iniciam o processo de autoconhecimento um pouco mais cedo do que aqueles que só usam fraldas descartáveis. “A indústria da fralda descartável alimenta desfraldes mais demorados e estimula informações a respeito da necessidade individual, psicologicamente falando, de um desfralde mais tardio. O que se vê são crianças que a cada geração levam mais tempo consumindo fraldas descartáveis”, afirma Maina.


É importante ressaltar que, até os dois anos, um bebê gasta, em média, quatro mil fraldas descartáveis (levando em consideração que um recém-nascido precisa ser trocado cerca de oito vezes por dia). Já quando os pais optam pelas fraldas ecológicas, que podem ser reaproveitadas, gasta-se no mesmo período, em média, 40 unidades.



Que tipo de comida devo oferecer para o meu filho?


Alimentação é sempre algo muito preocupante, especialmente quando se trata de crianças. Com certeza você já deve ter se perguntado: o que devo oferecer para o meu filho? Será que esse alimento tem os nutrientes que ele necessita? Para ajudar a minimizar essas dúvidas, confira as dicas abaixo!

1. Carboidratos 

Os carboidratos são os responsáveis por dar energia ao organismo, e precisam ser oferecidos à criança em todas as refeições, e às vezes no lanche. Alguns exemplos: macarrão, arroz, batata, mandioca, cereais matinais e todos os alimentos feitos com farinha, como pães, bolos e bolachas. 

2. Frutas, verduras e legumes 
Pode ser que demore um pouco para a criança se acostumar às verduras. Tente oferecê-las em todas as refeições para que seu filho perceba que elas fazem parte do cotidiano alimentar da família. As frutas já são bem mais aceitas: ofereça-as também em pedacinhos para que seu filho coma sozinho. Elas são ótimos ingredientes para sobremesas e para bolos caseiros, que podem ser servidos de lanche. 

3. Alimentos ricos em ferro e proteína 
São eles: carne, frango, peixe, ovos e leguminosas (como feijão, grão-de-bico, ervilha e lentilha). Devem ser oferecidos em uma ou duas refeições por dia. Corte a carne bem pequenininha se seu filho tem dificuldade de mastigar. Prefira cortes com menos gordura. O fígado é uma das maiores fontes de ferro. 

No caso de alimentos industrializados, tais como hambúrgueres, almôndegas ou frango empanado, verifique na embalagem não só a quantidade de gordura mas também a de sódio. Sódio demais é prejudicial, e esse tipo de alimento costuma exagerar na dose. 

Famílias vegetarianas devem reforçar o consumo de grãos, ovos e castanhas, consumindo-os em duas ou três refeições por dia, para obter a quantidade necessária de ferro. Se há alguém alérgico na sua família, é aconselhável esperar até a criança ter 2 ou 3 anos para dar castanhas (amêndoas, nozes, amendoim etc.). 

O ferro é mais bem absorvido quando consumido junto com a vitamina C. Por isso, um bifinho de fígado com suco de laranja é uma grande pedida. 

4. Leite, queijo e iogurte 
Ofereça leite e derivados ao seu filho mais ou menos três vezes ao dia. Os derivados de leite garantem o cálcio necessário para o crescimento dos ossos, mas têm pouquíssimo ferro. Entre 1 e 3 anos, as crianças precisam de menos leite do que antes do primeiro aniversário. 

O total do dia pode ser de cerca de 350 ml. Por isso, não dê mamadeiras cheias. Faça um esforço para dar menos quantidade -- a transição para o copo facilita. O problema de tomar muito leite é que não vai sobrar muito apetite para os outros alimentos, principalmente os ricos em ferro. 

Se você estiver amamentando, continue. Caso já tenha desmamado seu filho, a partir de 1 ano não será mais necessário usar fórmulas especiais -- você pode dar o leite comum, do supermercado. 

A orientação dos especialistas é que crianças tomem leite integral (tipo A) até os 2 anos de idade. Depois disso, é possível passar para o tipo semidesnatado ou leite tipo B, desde que ela esteja se alimentando e se desenvolvendo bem. Nunca dê leite desnatado, light ou tipo C para seu filho, até ele ter pelo menos 5 anos, exceto sob orientação expressa do pediatra. 

Existem fórmulas em pó que contêm leite integral e são fortificadas com ferro e vitamina. Você pode optar, junto com o pediatra, em dar uma dessas fórmulas, se seu filho não se alimentar muito bem. Nessa idade, não é incomum que crianças acabem ficando com um pouco de anemia por deficiência de ferro.



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